domingo, 1 de fevereiro de 2009

Rejuvenescimento / Longevidade

Desde tempos perdidos nas lonjuras do passado, tem sido a ambição do Ser-Humano contrariar a senescência, na recusa da “senil-idade”, em alternância antitética com o desejo de longa cronografia existencial sem que, infelizmente, tenha sido considerada a qualidade da vida. Muitas têm sido as proposições teóricas para contrariar a evolução do senescer e sempre em conflito com os medos da “morte”. De todas as teorias, a mais aceitavel actualmente e desde os anos da 2.ªGuerra Mundial é a dos Radicais Livres de Oxigénio os quais danificam os processos biológicos por envelhecimento mitocondrial da célula e por consequente destruição da sua função e encurtamento da longevidade.
Mais recentemente, estudos de estimulação cerebral impulsionaram a longevidade e a recuperação em doentes com défices cognitivos e com doença de Parkinson, por reactivação de regiões cerebrais profundas, nomeadamente do hipotálamo mas, só se conseguiu em fase precoce da doença, isto é, quando as células ainda guardavam energia, capacidade funcional e ainda tinham possibilidade de utilização de nutrientes (0++,H+ e glicose); em síntese, antes da célula atingir uma senescência avançada (senilidade) ou, obviamente, antes de morrer.
Envelhecer não é adoecer mas pode ser a causa de perda de capacidade imunitária, condição “sine qua non” para o adoecer. Deste conceito se infere que a Medicina Profiláctica é soberana nestes contextos; — tratar o terreno favoravel à instalação da doença a qual, no Idoso, pode prenunciar a morte, porque é uma reacção inadequada e frágil contra o agente patogénico devido à perda de energia biológica.
É sabido que a ATP (adenosina trifosfato) é a fonte celular de energia produzida atravès do ADN das mitocôndrias. Investigações chefiadas pelo Prof. Birkmayer encontraram a molécula biológica universal — (universalizada, desde sempre, em toda a célula, em todo o ser vivo) — de energia electrizante que transmite à célula energia sob a forma de ATP; é a NADH (nicotinamida adenina di-nucleótido hidreto) também chamada Coenzima1 registada e patenteada com os nomes “Enada” e “Enachi”. É um bio-activador energizante nas esferas psíquica e física, aumenta a capacidade imunitária, melhora a qualidade de vida existencial, promove o élan vital, reequilibra o metabolismo eliminando vícios metabólicos, minimiza o tecido adiposo periférico e visceral, é um poderoso anti-oxidante, aumenta a longevidade e rejuvenesce.
O miocárdio, o músculo estriado e o sistema nervoso central são os órgãos que mais evidenciam os efeitos da NADH, particularmente o cérebro (neurónio, nevróglia e neuromodulação).
Actualmente, a noção de células post-mitóticas exige revisibilidade; o determinismo de perda de massa protoplásmica metabolicamente activa definhou. Cada um de nós é responsavel pelo seu cérebro porque somos nós que o fazemos e o mantemos; podemos regenerá-lo constantemente, procrestinando défices cognitivos e outros, pela Actividade a qual confere ao neurónio, por mecanismos homeostáticos, a exigência do consumo de nutrientes, causa de aumento local da irrigação sanguínea; porém, como já foi referido, para a célula activar necessita de energia (ATP<-NADH).
A actividade envolve sempre 3 acções: cognição, afectividade e motricidade — as esferas psicológica fisiológica e anatómica do Ser-Humano.
A NADH e o incremento da ATP não são iatrogénicos independentemente da quantidade ingerida e sendo, actualmente, indispensavel na Geriatria/Gerontologia na prevenção da senescência mórbida, previne também graves patologias que oportunamente, por perda de imunidade, se instalam na “senil-idade”.

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