A Felicidade é conteúdo do Tempo, do Eterno Presente; disse-me Einstein, numa destas noites, em um inesquecível sonho.
No Tempo-Felicidade não encontro saudade de passados, nem incertezas do presente, nem a inquietação de futuro; não encontro a velhice nem a infância, não encontro a adolescência nem a adultícia -- interpretações de percurso pseudocientíficas, tempos de ilusões, momentos de alienação.
Continuarei Feliz no Tempo, tempo sem Princípio nem Fim, continuarei Feliz em Eternidade; mas hei-de voltar, dizer isto mesmo e prosseguir até ao limite, até além de mais além, até ONDE – virtualidade necessária às minhas cogitações e, pelas minhas limitadas aptidões, imprescindível nos meus curtos vôos com asas feitas de resquícios de “penas” que me habitam o inconsciente.
No Tempo-Felicidade não encontro saudade de passados, nem incertezas do presente, nem a inquietação de futuro; não encontro a velhice nem a infância, não encontro a adolescência nem a adultícia -- interpretações de percurso pseudocientíficas, tempos de ilusões, momentos de alienação.
Continuarei Feliz no Tempo, tempo sem Princípio nem Fim, continuarei Feliz em Eternidade; mas hei-de voltar, dizer isto mesmo e prosseguir até ao limite, até além de mais além, até ONDE – virtualidade necessária às minhas cogitações e, pelas minhas limitadas aptidões, imprescindível nos meus curtos vôos com asas feitas de resquícios de “penas” que me habitam o inconsciente.
Sem comentários:
Enviar um comentário