Da “crise” do Presidente à “pieguice” do Ministro
A palavra do homem assassina o homem situado no hostil contexto sócio-político porque, de outros, as interpretações espelham ignorância, não captam a essencialidade que contém a verdade das palavras e são intencionalmente difamatórias; - são expressões linguísticas do maníaco-frustrado, no polo da exaltação iníqua.
O homem é imaturo quando não pensa o que diz e é inconsciente de Si quando diz o que pensa sem pensar no que pensa.
O homem é imaturo quando não pensa o que diz e é inconsciente de Si quando diz o que pensa sem pensar no que pensa.
O Esplendor da Hipocrisia
O carnaval é uma neurose onde se encontram conteúdos de frustração, ódio e desejos enterrados no subconsciente, a qual resulta da inibição da acção; é o tempo em que se manifestam ideias, desejos e acções não expressas durante o ano. O carnaval é a expressão possível do imaturo que ainda não adquiriu a identidade que lhe confere caracter vigoroso que lhe permita ser o que e como verdadeiramente é; é comportamento hipocritamente legalizado pela convenção e aproveitado por faixas sociopolíticas, desprovidas do bom senso e de racionalidade, para um intencional delírio desviante do que é essencial: a situação sócio-económica de Portugal. O carnaval é o orgasmo dos impotentes.
Não me peçam para ser justo
Quando a Justiça cega e fria,
com espantoso furor vetusto,
fere Humanismo em auditoria.
Igualdade sempre foi virtual,
que admirada seja a diferença,
a compaixão, a mágoa, a dor,
a Verdade, o que é conceptual.
Na Lei há polémica, antagonismo;
Mais do que Ela é o Humanismo.
Viva-se em permanência o Amor.
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